Eleições 2026 Presidente da República Brasil · 2º turno · 25 de outubro
Situação do 2º turno Consultando a apuração do TSE… Acompanhamento dos resultados oficiais
Resultados completos no TSE, em nova aba

Professora do DF une música e IA para ensino inclusivo no Sesi

Alfabetizar escrita cultura escola Misto Brasil
Alfabetizar é mais do que ensinar a ler palavras/Arquivo/Contee
Compartilhe:

A iniciativa atende aos princípios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência ao eliminar barreiras de aprendizagem.

Por Misto Brasília

A professora de Língua Portuguesa Josiane de Paiva Chagas, da Rede Sesi de Educação do Distrito Federal, desenvolveu um projeto pedagógico inovador que articula literatura, musicalização e inteligência artificial para promover a inclusão escolar.

A iniciativa atende aos princípios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência ao eliminar barreiras de aprendizagem e garantir a participação efetiva de alunos neurodivergentes sem qualquer tipo de segregação em sala de aula.

Denominado “Literatura Inclusiva com Musicalização e Inteligência Artificial”, o trabalho utilizou a obra O Livro das Palavras, do escritor Ricardo Azevedo, como ponto de partida para atividades de leitura, interpretação textual e análise linguística.

A experiência alcançou 175 estudantes distribuídos em cinco turmas do 6º ano do Ensino Fundamental II, combinando a produção de letras autorais, adaptações audiovisuais e o uso mediado de ferramentas tecnológicas.

A metodologia registrou impactos diretos no engajamento dos alunos e no desenvolvimento do protagonismo estudantil:

  • Desempenho Acadêmico: O acompanhamento pedagógico apontou um índice de engajamento na leitura de 95% entre os participantes do projeto, ante o parâmetro comparativo de 75%.

  • Acessibilidade e Autoria: A utilização crítica de plataformas como a Suno permitiu que estudantes expressassem suas aprendizagens por meio da criação musical autônoma e compartilhada.

  • Inclusão na Prática: O material adaptado serviu como recurso pedagógico comum, favorecendo o pertencimento de alunos com diferentes perfis de aprendizagem e neurodivergências.

Pelo impacto da proposta, a educadora acumulou importantes reconhecimentos no Distrito Federal ao longo de 2026.

A prática conquistou o Prêmio Professor Inovador 2026 (Instituto Eda Coutinho, Unesco e IESB), o Prêmio Professor Paulo Freire da Câmara Legislativa do DF (CLDF), com duas Moções Honrosas, e a Medalha de Ouro nas Olimpíadas de Língua Portuguesa para Professores.

Acompanhe no Misto Brasil as principais iniciativas de inovação pedagógica e educação inclusiva no Distrito Federal.

PARTICIPAÇÃO DO LEITOR

Participe desta discussão

Compartilhe sua opinião sobre este assunto. As participações passam por análise editorial antes de qualquer utilização no site.

Seu e-mail não será publicado.
Entre 20 e 3.000 caracteres.

Assuntos Relacionados

Siga o Misto Brasil

Acompanhe em todas as redes

Notícias, vídeos e destaques em tempo real. Escolha sua rede favorita.

Dica: acompanhe também pelo WhatsApp para receber atualizações rápidas.