Médicos da máfia das próteses continuam presos

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Os médicos Antonio Márcio Catingueiro Cruz e Johnny Wesley Gonçalves Martins tiveram negado o habeas corpus no Supremo Tribunal Federal. A decisão ratifica o que o Superior Tribunal de Justiça já tinha de definido na questão que envolve a participação dos dois na máfia das próteses do Distrito Federal.

Eles foram presos preventivamente no dia 1º. de setembro de 2016, depois que o Ministério Público do Distrito Federal denunciou os médicos por associação criminosa, porque fizeram cirurgias indevidas, “implantando próteses e órteses desnecessárias e/ou com material vencido ou de segunda categoria, em detrimento de pacientes e planos de saúde”.

O ministro Luiz Fux apontou que qualquer antecipação do Supremo sobre o mérito dos HCs implicaria indevida supressão de instância, “devendo aguardar-se o fim da tramitação dos pedidos no STJ para, se for o caso, interpor-se o recurso cabível”.

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