Ele já esteve na função por 14 anos, o mais longevo entre todos os nomes que foram nomeados para o cargo
Por Misto Brasília – DF
A nova administração do presidente leito Lula da Silva (PT) deverá ter 36 ministérios, 13 a mais se comparado com o governo de Jair Bolsonaro (PT). São 23 pastas ministeriais – 18 ministérios, duas secretarias e três órgãos equivalentes.
Logo após ter vencido o segundo turno, no dia 30 de outubro, especulações diversas tem acompanhado a equipe de transição sobre os nomes do primeiro escalão. É tido como certo a indicação do ex-deputado José Múcio para o Ministério da Defesa, Fernando Haddad (PT) para a Fazenda, e do senador eleito pelo Maranhão, Flávio Dino (PSB), para o Ministério da Justiça e Segurança.
O presidente eleito afirmou que os nomes dos ministros serão divulgados no início de janeiro. Mas até lá, pelo menos um nome deve ser confirmado, o da Casa Civil. Para esta função, que pode ser anunciada no dia 12, o mais forte candidato é o ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT).
Fora do eixo ministerial, o nome do engenheiro agrônomo Jorge Miguel Samek (PT) é apontado como o futuro presidente da Binacional Itaipu. Filiado desde 1990 ao partido, Samek é uma espécie de homem de confiança de Lula da Silva.
Em 2002 foi efeito deputado federal, mas foi chamado para assumir a presidência da Binacional Itaipu. Ficou na função por 14 anos, nos dois mandatos de Lula da Silva e nas administrações de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB). Foi sucedido pelo engenheiro e ex-presidente da Copel, Luiz Fernando Vianna.





















