A situação dos hospitais públicos do Distrito Federal piorou nos últimos três anos, segundo levantamento realizado pelos técnicos do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Entre 2014 e 2017 houve diminuição de 30% da quantidade de leitos, de 432 para 310.
A auditoria também encontrou falhas nos procedimentos de credenciamento, habilitação e qualificação de leitos de UTI, e também de gestão da saúde. De 2014 a 2016, o governo distrital gastou R$ 70 milhões com diárias de alta com pacientes internados em UTIs de hospitais, embora pudessem ser atendidos por outros serviços hospitalares de menor complexidade.
Em 2014, dos 467 leitos de UTI existentes, 35 estavam bloqueados. Em 2017, de um total de 400, 90 encontravam-se indisponíveis para os pacientes em estado grave.
Na auditoria de janeiro passado no Hospital Regional de Santa Maria, verificou-se que fechamento da UTI com 21 leitos. Segundo a administração do hospital, o motivo era a falta de pessoal. Na Secretaria da Saúde, informou-se que a razão era a manutenção.
























