Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (Dem-RJ), atirou no Palácio do Planalto para acertar no senador Romero Jucá (PMDB-RR) e no apadrinhado do líder do governo no Senado, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. O deputado disse que não coloca mais medidas provisórias para votar, porque o instituto é apenas para assuntos de emergência.
O anúncio feito no final da sessão de ontem teve o apoio de vários parlamentares. Embute o descontentamento com o pagamento de emendas parlamentares e uma justificativa para os colegas da falta de cumprimento de promessas feitas por ele para garante a reeleição à presidência da Câmara. Maia culpa o ministro e Jucá pelos atrasos no cumprimento dos compromissos.
Maia também afirmou que não há motivos para que o adiamento do reajuste dos servidores públicos em 2018 seja enviado por meio de Medida Provisória. “A questão do reajuste dos senadores era urgente no fim de agosto. O governo poderia ter encaminhado a questão por projeto de lei e não encaminhou. Daqui a pouco vai querer encaminhar ajuste fiscal por MP, por falta de prazo”, criticou.






















