Varejo ampliado não deve crescer no primeiro trimestre

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As vendas nas lojas físicas passam por um momento crítico, segundo especialistas/Arquivo/Fecomércio-DF
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Dos sete segmentos identificados no levantamento da FIBGE três (supermercados, produtos alimentícios, veículos e peças) devem ter estagnação

Por Misto Brasil – DF

O varejo ampliado, incluindo veículos e material de construção, não deve crescer no primeiro trimestre. A tendência é registrar um recuo de 0,29, segundo o levantamento da Ibevar – Fia Business School.

Dos sete segmentos identificados pelo FIBGE, três (supermercados, produtos alimentícios, veículos e peças) devem experimentar estagnação.

Tecidos e vestuário e móveis e eletrodomésticos têm previsão de retrocesso nas vendas de 0,21 e 2,08% respectivamente. A estimativa de expansão fica no setor de artigos farmacêuticos (1,76%) e material de construção (1,12%).

O presidente do Ibevar e professor da FIA Business School, Claudio Felisoni de Angelo, acredita que esse resultado era esperado pelas incertezas do quadro econômico.

“O consumo vinha resistindo graças ao arrefecimento das pressões inflacionárias e a crença de que a trajetória do ritmo de preços voltará a subir aumenta a insegurança, diminuindo ou postergando o consumo”.

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