A proposta foi colocada no programa Bastidores da Educação pelo ex-senador Aelton Freitas aos entrevistados
Por Misto Brasil – DF
O ex-sendor e ex-deputado federal por Minas Gerais, Aelton Freitas, lançou um desafio aos parlamentares para a criação de uma frente ampla pela educação, maior que o da segurança e da agricultura.
O movimento partiria das comissões da Educação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal para solucionar gargalos que impedem o desenvolvimento de educação brasileira.
“Nos encontros mensais e, numa mesma mesa, poderiam se encontrar as pessoas que representam esse setor que é fundamental para o país. Num almoço, por exemplo, muita coisa poderia ser definida”, sugeriu Aelton Freitas.
Assista o programa do dia 27 de março logo abaixo
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O desafio foi colocado no programa Bastidores da Educação, transmitido ao vivo pelo TikTok e YouTube pelo site de notícias Misto Brasil. A produção vai ao ar a cada 15 dias, sempre nas quintas-feiras, às 9h30.
Aelton Freitas faz parte da bancada que entrevistou personagens como o ex-secretário da Educação do Distrito Federal, Rafael Parente, o ex-ministro da Educação, Hugo Napoleão.
E os reitores da Universidade Católica de Brasília (UCB), Carlos Longo, e a reitora da Universidade de Brasília (UnB), Rozana Naves.
A proposta de aproximar representantes de instituições públicas e privadas, os políticos e o governo recebeu apoio imediato do senador Nelsinho Trad.
O parlamentar foi o entrevistado do programa do dia 27 de março, junto com o ex-secretário geral do MEC, Luiz Bandeira.
Nelsinho Trad sugeriu que os dois novos presidentes das comissões de Educação sejam entrevistados pelo Bastidores da Educação para prosseguir com a proposta.
No Senado, o presidente da comissão é a senadora Teresa Leitão (PT-PE). Na Câmara, a definição do presidente deve acontecer após o Carnaval.
Nos quatro programas do site, os entrevistados concordaram que a educação obteve avanços nas últimas décadas, mas problemas centrais continuam atrasando as políticas públicas que norteiam a área. Uma delas, é a gestão da coisa pública.
Os desafios estão na educação básica, na educação técnica e também no ensino superior. Propostas como o Plano Nacional da Educação (PNE) estão atrasadas no Parlamento prejudicadas por debates ideológicos.
O Brasil possui 47,3 milhões de estudantes na educação básica, segundo os dados de 2023. Boa parte desse contingente (66,8%) está na rede pública de ensino.
Na graduação, estavam matriculados há dois anos 9,9 milhões de pessoas, 79,3% na rede particular. No Censo da Educação foi apontado um problema que atinge todas as faixas educacionais, que é o abandono da sala de aula.




















