O general de exército Paulo Sérgio de Oliveira, nascido no Iguatu, não quis passar para a História como outro cearense golpista
Por Genésio Araújo Júnior- DF
Humberto de Alencar Castelo Branco, o primeiro marechal ditador de 64, cearense de Fortaleza, era um homem culto, apaixonado por Raquel de Queiroz, a primeira mulher imortal da Academia (0:14) Brasileira de Letras.
O general de Exército Paulo Sérgio de Oliveira, nascido no Iguatu, não quis passar para a História como outro cearense golpista – mas agora, no século XXI -, no segundo dia de julgamento da tentativa de golpe, os competentes advogados tentaram mostrar que era um julgamento político.
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E que Alexandre de Moraes, o xerifão, gerava cerceamento de defesa, estratégia inteligente, pois o careca tem seus pontos fracos.
O problema é que o único réu que teve cara de aparecer no julgamento esses dias, o general de Exército nascido no Iguatu, mandou seu advogado dizer que ele temia que os radicais levassem a melhor.
Disse que tentou demover Jair Bolsonaro de qualquer tentativa de golpe.
Um general que não era melancia, cumpria ordens ao chefe de estado de plantão que foi tenente, nunca comandou uma companhia – talvez um pelotão -, mas nunca escondeu ser um golpista.
Alexandre de Moraes pode até exagerar na caneta, mas nada como alguém que tem coragem para dizer o que todos sabiam, mas em nome do horror ao lulismo, fazem de conta que nunca existiu.

























