Fraga quer que projeto da segurança seja votado logo

Deputado Alberto Fraga DF Misto Brasil
Alberto Fraga é deputado federal do PL pelo Distrito Federa//Reprodução vídeo
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O crime organizado, disse o parlamentar, “monopoliza o gás, a água, a eletricidade, a comida, a construção civil, tudo de que você precisa

Por Misto Brasil – DF

A Frente Parlamentar da Segurança Pública quer que a Câmara dos Deputados vote, até o fim de outubro, as propostas que os secretários de segurança dos estados consideram prioritárias. Ao todo, são oito projetos com urgência aprovada.

Eles podem ser votados diretamente pelo Plenário, sem precisar passar pelas comissões da Casa.

Em entrevista à Rádio Câmara, o coordenador da Frente da Segurança, deputado Alberto Fraga (PL-DF), afirmou que o grupo apoia todos os projetos indicados pelos secretários estaduais.

“Recebi as propostas do presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Segurança, Sandro Avelar, e as levei ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que apoiou a iniciativa. Vamos votar esses projetos até o final de outubro”, adiantou.

Um dos oito projetos com urgência aprovada é o PL 4500/25, de autoria de Alberto Fraga. A proposta aumenta a punição para crimes cometidos por organizações criminosas.

O crime organizado, afirmou Fraga, “monopoliza o gás, a água, a eletricidade, a comida, a construção civil, tudo de que você precisa numa comunidade”. Por isso, ele defende penas maiores contra essas organizações.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que vai dar celeridade à tramitação da proposta de emenda constitucional que reformula o sistema de segurança pública, a chamada PEC da Segurança Pública.

Motta afirmou que a PEC foi bem recebida pelos líderes e ressaltou que o Congresso fará um amplo debate sobre a proposta. Para Hugo Motta, não há uma pauta que interesse mais à sociedade que a segurança pública.

Ele disse que vai encaminhar o projeto imediatamente para Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que vai avaliar a constitucionalidade da proposta, antes de seguir para uma comissão especial.

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