A bolsa brasileira engatou a 14ª alta consecutiva nesta segunda-feira (10) e fechou acima dos 155 mil pontos, em novo recorde
Por Misto Brasil – DF
O dólar estendeu as perdas por mais uma sessão com a expectativa de corte na Selic no primeiro trimestre de 2026 após a ata da última reunião do Copom e a desacaleração da inflação. O avanço das negociações para o fim do ‘shutdown‘ dos Estados Unidos também contribuíram para o enfraquecimento da moeda.
Nesta terça-feira (11), o dólar à vista encerrou a sessão a R$ 5,2732, com queda de 0,64%, no menor nível desde junho de 2024.
O movimento acompanhou a tendência externa. Por volta das 17 horas (horário de Brasília), oDXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com baixa de 0,02%, aos 99,580 pontos, destacou o MoneyTimes.
A bolsa brasileira engatou a 14ª alta consecutiva nesta segunda-feira (10) e fechou acima dos 155 mil pontos, em novo recorde. O dólar caiu para R$ 5,30, no menor valor desde o fim de setembro, impulsionado pela expectativa de um acordo que deve evitar o shutdown (paralisação do governo) nos Estados Unidos.
O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o pregão aos 155.257 pontos, com avanço de 0,77%. Foi a 11ª sessão seguida de recorde nominal, impulsionada principalmente por ações de petroleiras, mineradoras e bancos.
Em 2025, a bolsa acumula valorização de 29,08%, o melhor desempenho anual desde 2019, quando subiu 31,58%. Apenas em outubro, o índice teve ganho de 3,82%, informou o Monitor Mercantil.






















