Cidades litorâneas são protagonistas no mercado imobiliário

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Balenário Piçarras que vem atraindo grandes investimentos imobiliários/Arquivo/Divulgação
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Para 2026, a expectativa da plataforma é de continuidade desse movimento, com maior foco em eficiência e geração de valor

Por Misto Brasil – DF

Os mercados imobiliários que lideraram o ranking nacional de vendas concentraram volumes expressivos de Valor Geral de Vendas (VGV), que é um levantamenbto da plataforma DWV.

O estudo também mapeia cidades emergentes que apresentaram forte crescimento de VGV em relação a 2024, como Balneário Piçarras (SC), Navegantes (SC), Porto Belo (SC) e João Pessoa (PB), reforçando o protagonismo de cidades médias e turísticas no ciclo atual do mercado imobiliário.

No Nordeste, os dados mostram comportamentos distintos. João Pessoa se destaca pela alta liquidez e crescimento expressivo do volume financeiro negociado, enquanto Fortaleza registra forte valorização do metro quadrado, com ticket elevado e perfil mais seletivo de vendas.

Para 2026, a expectativa da plataforma é de continuidade desse movimento, com maior foco em eficiência e geração de valor.

“O próximo ciclo será menos sobre volume genérico e mais sobre VGV qualificado. Dados serão cada vez mais decisivos para definir onde lançar, como precificar e para quem vender”, avalia o cofundador da DWVDagoberto Fagundes.

Apenas cinco cidades somaram mais de R$ 14,6 bilhões em imóveis comercializados em 2025, com destaque para Itapema (R$ 4,1 bilhões), Porto Belo (R$ 3,8 bilhões), Balneário Camboriú (R$ 2,4 bilhões), Itajaí (R$ 2,2 bilhões) e Curitiba (R$ 2,0 bilhões).

O levantamento mostra que o volume financeiro acompanha a mudança no perfil do mercado. O valor médio por imóvel chegou a R$ 2,85 milhões nas praças mais valorizadas, com Balneário Camboriú liderando o ranking nacional de ticket médio, seguida por Torres (RS) e São Paulo. O

dado reforça o avanço do alto padrão fora dos grandes centros tradicionais.

Em termos de liquidez, cerca de 18 mil imóveis foram vendidos ao longo do ano, o equivalente a 16,1% do estoque total analisado. Apesar de ainda haver 93,6 mil imóveis disponíveis, o desempenho varia significativamente entre os mercados.

 

 

 

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