Programa do Gás do Povo vai para sanção presidencial

Botijão de gás caminhão consumo Misto Brasil
A distribuição do gás de cozinha passa a ser um programa social para famílias em vulnerabilidade/Arquivo/Marcello Casal jr/Agência Brasil
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Hoje, o governo paga metade do valor de um botijão, com preço médio de R$ 130,00, a cada dois meses para inscritos no CadÚnico

Por Misto Brasil – DF

Aprovado pelo Plenário do Senado, o programa Gás do Povo está em fase de implementação desde setembro do ano passado, em substituição ao auxílio atual.

A medida provisória estende o benefício para as chamadas cozinhas solidárias. O projeto segue para a sanção presidencial.

Além de triplicar o número de beneficiários para 15,5 milhões de famílias, a iniciativa cria uma espécie de vale que vai permitir a retirada do botijão numa revenda cadastrada na Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

Hoje, o governo paga metade do valor de um botijão, com preço médio de R$ 130,00, a cada dois meses, para inscritos no Cadastro Único com renda mensal de meio salário mínimo.

Em 2027, o repasse financeiro será substituído pelo vale.

Até lá, os benefícios não serão cumulativos. O líder do PT, senador Rogério Carvalho de Sergipe, destacou que o vale vai garantir o acesso direto ao botijão de gás, já que antes, o dinheiro poderia ser usado para outra urgência.

A medida provisória também estabelece que as famílias que moram em locais atingidos por desastres ambientais ou que estejam em situação de emergência declarada terão prioridade no recebimento do vale.

Também estão na lista vítimas de violência doméstica com medida protetiva, povos indígenas e quilombolas, além de famílias com menor renda per capita e maior número de membros.

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