Celina vai ao BC e diz que BRB não vai quebrar

Celina Leão vice-governadora diplomada DF Misto Brasília
Celina Leão é a atual governadora do Distrito Federal/Arquivo
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Governadora do Distrito Federal informou que o encontrou foi técnico e foi apresentado um plano da nova gestão

Por Misto Brasil – DF

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, disse nesta manhã, após reunião no Banco Central, que o Banco de Brasília (BRB) não irá quebrar e que uma solução para a situação da instituição será apresentada em até 30 dias.

Segundo ela, o encontro foi técnico e o governo apresentou um plano elaborado pela nova gestão do banco ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, de acordo com O Globo.

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“A nova gestão do BRB fez um plano técnico e apresentou ao Banco Central. Acho que no prazo de menos de 30 dias, nós temos uma situação totalmente diferente da situação que nós estamos vivendo hoje”.

“Serão dados oficiais, mas tudo aqui acompanhado pelo próprio Banco Central e pelo BRB. Vai ser divulgado, mas em 30 dias nós damos uma solução definitiva para o banco e o banco não irá quebrar“.

Nesta semana, conforme a reportagem do matutino, Celina Leão determinou a demissão de 12 gestores ligados à administração anterior da instituição.

“Houve o nosso pedido de dar retirada sem prévio juízo de valor, até porque tem um processo criminal que corre, mas para dar mais transparência nesse momento em que as pessoas precisam de ter a credibilidade”.

Também nesta semana, o BRB informou ao mercado que concluiu uma auditoria interna sobre negócios com o Banco Master e encaminhou o relatório à Polícia Federal (PF).

A auditoria identificou diversas inconsistências em operações entre o BRB e fundos ligados a Daniel Vorcaro, controlador do Master, incluindo a compra de carteiras sem a devida análise de risco e a tentativa de aquisição do banco privado.

Os trabalhos foram divididos em três etapas.

A primeira analisou o capital social do BRB e a entrada de Vorcaro e outros investigados na composição acionária. A segunda tratou da compra de carteiras e da governança da instituição.

A terceira se debruçou sobre a tentativa frustrada de aquisição do Master, operação que acabou rejeitada pelo Banco Central

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