O presidente brasileiro, que esteve mal nas pesquisas como hoje, ressurgiu quando duelou com o presidente americano
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Quem poderia imaginar que após eliminar o Ayatollah Ali Khamenei naquele 28 de fevereiro, que o todo-poderoso Donald Trump iria insistir e ameaçar o Irã para voltar a negociar com ele neste 21 de abril.
Faz 15 dias que o presidente Lula da Silva vem criticando de forma indireta e insistente Trump pela guerra no Irã.
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Neste final de semana na Europa, ele o criticou de forma direta, em Barcelona, em Hanover e o fará hoje provavelmente em Lisboa.
Entre as 20 economias do globo, segundo especialistas, o Brasil é o que menos sofre com os efeitos da guerra e está ganhando há semanas ao receber investimentos estrangeiros com o real se valorizando frente ao dólar.
Recente pesquisa da rede NBC apontou o Papa Leão 14, que foi maltratado por Trump, mais popular que o chefe da Casa Branca. Os católicos não são maioria nos Estados Unidos.
Lula da Silva, que esteve mal nas pesquisas como hoje, ressurgiu quando duelou com Trump. Ele retoma o duelo em melhores condições internacionais.
Lula da Silva sabe que a história se repete às vezes como tragédia ou como farsa.
Ele torce que o farsante Trump o ajude na sua difícil travessia.














