O que as eleições passadas nos ensinaram

Eleições gerais urbna eletrônica título eleitoral política Misto Brasil
As eleições gerais de outubro devem movimentar 150 milhões de eleitores/Arquivo/Histórias do Mundo
Compartilhe:

Na eleição de 2018, a primeira depois do impeachment, o Brasil foi às urnas com raiva da política. Não podia dar certo, e não deu.

Por Genésio Araújo Júnior – DF

Desde 31 de agosto, completa-se dez anos do impeachment de Dilma Rousseff. O PT fala em golpe político. Um país que enfrentou queda de 6,8% do PIB em dois anos, tendo a condução de uma chefe de governo que se recusava a um conserto político, não escapou daquela escolha.

Na eleição de 2018, a primeira depois do impeachment, o Brasil foi às urnas com raiva da política. Não podia dar certo, e não deu.

Na eleição de 2022, a segunda depois do impeachment, fomos para a eleição com medo de que as regras do jogo deixassem de valer.

Nesta eleição de 2026, a terceira depois do impeachment, estamos em umas urnas desencantados, especialmente ao vermos a rejeição dos dois principais candidatos.

Mal começou o horário eleitoral gratuito, notamos que o desencanto fica ainda maior. Lula não faz brilhar os olhos dos jovens.

Flávio Bolsonaro faz tipo, mas sua chegada ao poder promete muito mais que uma revanche. Só nós não percebemos o que o mundo já sabe.

O Brasil vai desencantado às urnas, mas o mundo se encanta com que podemos ser decisivos para boa parte do século XXI.

Assuntos Relacionados

Siga o Misto Brasil

Acompanhe em todas as redes

Notícias, vídeos e destaques em tempo real. Escolha sua rede favorita.

Dica: acompanhe também pelo WhatsApp para receber atualizações rápidas.

Brasília e Entorno do DF

Oportunidades