Renault mantém brasileiro preso como presidente-executivo

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O Conselho de Administração da Renault decidiu manter o brasileiro Carlos Ghosn como presidente-executivo do grupo automobilístico francês porque, por enquanto, não encontrou irregularidades em sua remuneração, mas continuará suas investigações com base nos elementos de suspeita que lhe foram proporcionados por sua sócia, a japonesa Nissan. Devido à sua detenção no Japão, ele está “impedido temporariamente” de exercer na prática a direção da companhia.

A missão interna de verificação que o Conselho encarregou em 23 de novembro para examinar os diversos elementos da remuneração durante o mandato 2015-2018 de Ghosn – que está preso no Japão por acusações de ocultar pagamentos milionários da Nissan – concluiu que “por enquanto, tudo está dentro dos conformes”, disse nesta quinta-feira à Agência Efe um porta-voz da companhia, informou a Efe.

Isso significa que os valores e modalidades de remuneração que Ghosn recebeu como presidente da Renault estão de acordo com as disposições legais e com as recomendações da patronal francesa sobre os salários dos diretores.

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