Servidores da Infraero entre a alegria e a tristeza

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Os cerca de nove mil funcionários da Infraero estão aliviados por um lado e apreensivos por outro. Estão alegres com a saída do presidente, o engenheiro florestal Antônio Claret, acusado pela Associação dos Servidores da Infraero (Assinfra) de uma série de irregularidades, como sobrepreço no aluguel de veículos.

De acordo com o presidente da entidade, Alex Fabiano, à frente da estatal o atual presidente conseguiu “arranjar intrigas” com o ex-ministro Maurício Quintella (MTPA) e integrantes do Partido da República (do condenado Valdemar Costa Neto, padrinho político do Antônio), “o que levou os planos para a Infraero a um patamar de desprestígio jamais visto”.

A Infraero começou a cair em desgraça quando começou a privatização dos aeroportos no governo Dilma Rousseff (PT). Ao mesmo tempo, foi implementado um programa de demissão voluntária. Nos últimos três anos, três mil trabalhadores se desligaram da empresa.

E as perspectivas do corpo funcional também não é motivador com o novo governo. Em março deverá ocorrer o leilão de 12 aeroportos no Centro-Oeste, no Nordeste e no Norte. Com problemas de caixa, também deverá ser vendido a joia da estatal, que é o Aeroporto de Congonhas.

Em três anos, a Infraero deverá ser extinta, segundo anunciou o futuro ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas. Para a presidência da estatal ele indicou o brigadeiro Paes de Barros. Atual diretor da Agência Nacional de Aviação (Anac), o brigadeiro deverá ser o último a apagar as luzes da estatal.

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