Briga pelo poder faz mais uma vítima no Ministério da Educação

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O clima no Ministério da Educação está bem tenso e esta tarde a temperatura subiu mais alguns graus com a demissão de Luiz Antônio Tozi, que ocupava o cargo de secretário executivo. É o cargo mais importante depois do ministro. Há uma disputa por poder entre os liderados pelo guru de Jair Bolsonaro, Olavo Carvalho, e os simpatizantes dos militares.

Para o lugar de Tozi (contrário às ideias de Carvalho) foi indicado Rubens Barreto da Silva, que ocupava  a secretaria adjunta do MEC. O anúncio foi feito pelo ministro Ricardo Vélez pelo Twitter, ele mesmo na corda bamba por conta da divisão nesta importante pasta do governo.

“Dando sequência às mudanças necessárias, agradecemos a Luís Antônio Tozi pelo empenho de suas funções no MEC”, disse o ministro na rede social. O anúncio da demissão ocorre após a exoneração, ontem (11), de seis funcionários comissionados da pasta. Nesta terça-feira, o ministro reuniu-se pelo terceiro dia consecutivo com o presidente Jair Bolsonaro.

No Estadão, a presidente do Movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz, a demissão de Tozi “não é um bom sinal”. “Ele estava fazendo um trabalho técnico. Essa gestão precisa entender a missão que o ministério tem que cumprir, que é enfrentar a crise de aprendizagem dos alunos brasileiros e deixar de diversionismos. Há muito a ser feito. Espero que o novo secretário dê continuidade e aprofunde o trabalho que o Tozi iniciou”.

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