Em meio a sinais da falta de comunicação entre o Executivo e Legislativo, incluindo a troca de farpas entre o presidente Jair Bolsonaro e o deputado Rodrigo Maia, o PSL foi enquadrado nesta manhã. Decidiu fechar questão em torno da reforma da Previdência, depois que ontem o próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, reclamar do partido em audiência no Senado Federal.
O acordo foi fechado depois de uma reunião da bancada de 55 parlamentares, a maior da Câmara. A informação foi confirmada a pelo deputado Coronel Tadeu (PSL-SP). E a decisão ocorre depois de uma reunião, pouco mais cedo, entre o ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança) com o Rodrigo Maia e participação da líder do Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP). Ficou acordado que Maia vai descaracterizar a “convocação” de Moro na Comissão de Legislação Participativa para “convite”.
Nesta manhã, o presidente Bolsonaro disse numa entrevista que as farpas com Maia é “página virada”. Ontem, militares próximos ao presidente sugeriram uma aproximação com o presidente da Câmara, que ainda não falou nada sobre o assunto, mas ontem disse que não iria mais responder a Bolsonaro.
A questão agora dentro do PSL é a liderança de bancada. Há parlamentares favoráveis que o deputado Delegado Waldir (GO) saia da função. O parlamentar não economizou críticas à reforma da Previdência e ao texto da aposentadoria e reestruturação da carreira dos militares das Forças Armadas.
PARTICIPAÇÃO DO LEITOR
Participe desta discussão
Compartilhe sua opinião sobre este assunto. As participações passam por análise editorial antes de qualquer utilização no site.























