O presidente Jair Bolsonaro assinou, em cerimônia no Palácio do Planalto, o decreto que institui o Comitê de Monitoramento da Abertura do Mercado de Gás Natural (CMGN), com o objetivo de estimular a competição no setor. A estatal Petrobrás detém o controle tanto da produção como da distribuição do gás natural no país, apesar deste monopólio ter sido quebrado na legislação em 1997.
O objetivo do governo com essa política é concretizar a abertura para novas empresas, o que não ocorreu ainda. “Tem gente muito boa que estima em até 40% em dois anos a queda do preço do gás natural no Brasil. Nós temos certeza que o preço vai cair, porque nós vamos aumentar brutalmente a oferta, com um choque de investimentos no setor. Então, que o preço vai cair, vai, agora se vai cair 20%, 30%, 40% ou mais, não sabemos”, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Ao mesmo tempo em que promete um “choque de energia barata”, por meio da ampliação do uso do gás na matriz energética, o governo indicou na terça-feira que está em avaliação a venda de gás de cozinha (GLP) fracionado, o que evitaria que a população de baixa renda tivesse de comprar um botijão inteiro a cada vez que houvesse necessidade.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realiza estudos para avaliar se é viável restringir a reinjeção de gás natural nos poços explorados no mar, uma atividade hoje realizada no processo de produção de petróleo, disseram autoridades nesta terça-feira durante o lançamento oficial do Programa Novo Mercado de Gás.























