Na próxima segunda-feira (13) começa a formação dos professores no Distrito Federal que desejarem utilizar a plataforma Google for Education, que foi implementado e customizado para a pasta pela Ensinar Tecnologia, empresa parceira de Pernambuco. A partir da semana seguinte as aulas virtuais já podem ser iniciadas para os alunos da rede pública de ensino. As aulas presenciais recomeçam no início de junho.
Os professores que já têm login e senha da plataforma já podem inserir conteúdos. Para os demais, a secretaria pretende divulgar guia com um passo a passo na próxima segunda-feira. No mesmo ambiente haverá o controle da frequência e as avaliações, que serão feitas pelos professores.
Microsoft registra aumento significativo de videoconferências – #COMPARTILHE as nossas notícias
Cada professor fará seus planejamentos. A escola vai estruturar as salas virtuais, por ano e turma. Quando o aluno entrar, vai encontrar todos os componentes curriculares. Em cada um haverá as atividades e os espaços para anexar documentos, ou seja, as tarefas realizadas. A plataforma permite a comunicação direta entre aluno e professor.
Nos próximos dias começam a ser adotados os pacotes de internet gratuitos, que já estão em fase final de negociação com as operadoras. Os pacotes vão permitir que os usuários da plataforma, por meio da chamada cobrança reversa, tenham suas contas pagas pelo governo cada vez que a plataforma for acessada. Assim, estudantes e professores não precisarão gastar seus próprios pacotes.
DF tem mais uma morte e é novamente flexibilizado abertura do comércio – #COMPARTILHE
De acordo com informações da Agência Brasília, a Secretaria de Educação optou pela Google para o Ensino Médio e Anos Finais depois de concluir que esta é a plataforma com melhor aderência ao programa Escola em Casa DF.
Para firmar a parceria, sem custos financeiros para a pasta, a área técnica considerou que a plataforma já está disponível na maioria dos smartphones utilizados pelos estudantes, o Android; é a que consome menos dados; e a que já é utilizada por 44 mil estudantes e 4 mil professores da rede.




















