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Ao contrário do que aconteceu na sessão do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), na sessão de cassação do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) não será possível apresentar emendas.
A decisão é do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a um pedido do deputado Wellington Roberto (PR-PB). O parlamentar da Paraíba é um dos aliados de Cunha.
Roberto entrou com mandado de segurança para que o STF tornasse nula uma decisão do ex-presidente da Câmara Waldir Maranhão (PP-MA), que assumiu a presidência da Casa em maio, logo após Cunha ser afastado da cadeira, e deixou a cadeira julho.

























