Foi preso hoje (12) pela polícia goiana em Niquelândia, o empresário Ronaldo de Oliveira, acusado de participar de uma quadrilha que desviou cerca de R$ 1 bilhão do sistema de bilhetagem eletrônica do Distrito Federal. Ronaldo teria ficado com R$ 20 milhões, mas ainda não foi condenado. O processo contra ele tramita na primeira instância da justiça distrital.
De acordo com a Polícia Civil, o empresário estava foragido. Estava em aberto um decreto de prisão emitido pela1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Em novembro de 2020, o colegiado negou pedido de habeas corpus e cassou a liminar anteriormente deferida nos autos.
Até novembro do ano passado, 38 pessoas foram denunciadas por associação criminosa e estelionato contra a administração pública, fatos apurados na Operação Trickster. O Ministério Público também obteve decisão favorável para o sequestro de mais de R$ 71 milhões pelos danos causados ao erário. Os denunciados faziam parte de cinco grandes cooperativas de transporte: Cooperbras, Cootransp, Transport, Cooperride e Coopertop.
Em abril de 2019, três pessoas investigadas na Operação Trickster viraram réus pelo crime de corrupção o ex-coordenador da Unidade de Bilhetagem Automática do DFTrans Harumy Tomonori Honda Jr. e dois dirigentes da Cooperativa de Transportes Cooperbras, entre eles, Ronaldo de Oliveira, e Soraya Gomes da Cunha.





















