Anvisa decide sobre barreiras sanitárias contra a cepa indiana

Variante indiana da Covid-19 Misto Brasília
A variante delta ameaça a saúde também de jovens e crianças/Arquivo/Divulgação
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O secretário da Saúde do Distrito Federal, Osnei Okumoto, disse que não cabe ao governo distrital promover barreiras sanitárias para evitar a variante indiana da Covid-19. Ele disse que a responsabilidade é da Agência Nacional de Vigilância criar barreiras como no aeroporto de Brasília.

As barreiras sanitárias estão sendo sugeridas por vários estados e até municípios diante da possibilidade de disseminação da cepa que já foi identificada no Maranhão. Na sexta-feira, a prefeitura de São Paulo pediu ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que autorize barreiras nos aeroportos. Hoje (22) deve ocorrer uma reunião entre as duas partes com a participação da Anvisa.

Seis casos até agora foram confirmados. São tripulantes de uma embarcação que está fundeada a alguns quilômetros do Porto do Itaqui. O governo maranhense informou que pelo menos 100 pessoas que tiveram algum contato com os infectados estão sendo monitorados.

Ontem (21), o vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado distrital Rodrigo Delmasso (Republicanos) enviou uma carta para a Anvisa. Ele pediu que a agência estabeleça uma barreira sanitária no aeroporto para os maranhenses que chegam no Distrito Federal. Para Delmasso, a sugestão é necessária dada a grande quantidade de maranhenses que vivem aqui e pelo grande fluxo de pessoas entre os dois entes federados.

Nesta manhã, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou que o estado teve na última semana um crescimento do número de internações. “Muito importante o cuidado pessoal e o cumprimento fiel das regras sanitárias“. Os novos casos se referem a variantes já registradas no Brasil.

De acordo com a imprensa de São Luís, o tripulante indiano de 54 anos internado em um hospital privado da capital, apresentou neste sábado piora em seu quadro clínico. A Secretaria da Saúde informou que 23 tripulantes embarcados do navio MV Shamndong Da ZHI permanecem em quarentena e isolados em cabines individuais. Dois manifestaram sintomas leves, 12 estão assintomáticos e os demais não apresentam reações suspeitas.

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