A imunização em 2022 deixará de seguir o critério de grupos para considerar por faixa etária decrescente
O Ministério da Saúde apresentou nesta sexta-feira (08) o planejamento da campanha de vacinação contra a Covid-19 de 2022. O plano é imunizar com uma dose de reforço todas as pessoas entre 18 e 59 anos e com duas dose os maiores de 60 anos e imunossuprimidos (aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecção estão comprometidos).
O Misto Brasília transmitiu ao vivo a entrevista com o ministro Marcelo Queiroga – confira na home/capa do site
Também há a possibilidade de ampliar o público-alvo da campanha, caso um imunizante seja aprovado para crianças com menos de 12 anos. Uma das principais diferenças em relação à campanha de 2021, é que a imunização deixará de seguir o critério de grupos prioritários para considerar a vacinação por faixa etária decrescente.
Para a campanha, serão necessárias 354 milhões de dose, em um investimento de R$ 11 bilhões. Segundo o governo, serão adquiridas 120 milhões de doses da AstraZeneca e 100 milhões da Pfizer. Outros 134 milhões de doses serão de saldo de contratos de 2021.
A CoronaVac, vacina desenvolvida pela empresa Sinovac e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, de São Paulo, não entrou no planejamento de novas aquisições do governo.
De acordo com o Ministério da Saúde, a escolha pelas vacinas levou em conta o fato AstraZeneca e Pfizer-BioNTech terem registro definitivo na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, considerou-se o custo-efetividade dos imunizantes de tecnologia “Recombinante” e “RNA.
















