Câmara demite e corta salários de terceirizados

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A Câmara dos Deputados também vai contribuir com o aumento de trabalhadores sem emprego. Desde a semana passada o primeiro secretário, Beto Mansur, mandou reduzir salários de estagiários e de funcionários terceirizados na limpeza, portaria e no apoio à Secretaria de Comunicação, responsável pela produção jornalística da TV Câmara e Rádio Câmara.

No caso dos 180 estagiários de nível superior, a bolsa-salário foi reduzida de R$ 1,7 mil para cerca de R$ 1,1 mil.

Para os terceirizados, a carga horária será de oito horas (foi extinta as seis horas corridas) e cortes de pessoal por força da redução nos valores dos contratos com as empresas contratadas através de licitação.

Os cortes seriam necessários para adequação dos valores de custeio, mas se os privilégios do presidente afastado da Câmara fossem eliminados, toda essa redução poderia deixar de existir.

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