Nelson Barbosa reafirma que não há crime de responsabilidade de Dilma

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A primeira testemunha que é ouvida, no momento em sessão plenária do Senado, no processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff neste sábado (27) foi o ex-ministro da Fazenda, Nelson Barbosa.

Em resposta ao senador Paulo Paim (PT-RS), o ex-ministro defendeu a emissão de decretos suplementares assinados por Dilma. Para ele, não há crime e responsabilidade não há ato de criminoso de responsabilidade. Um dos principais pilares do argumento da acusação.

Pelo menos 19 senadores estavam inscritos para indagar as testemunhas. Alguns senadores da base aliada do presidente interino Michel Temer se abstiveram de fazer questionamentos para acelerar o processo de impeachment.

O senador Ronaldo Caiado (GO) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), se insecerveram, mas por enquanto o clima no plenário do Senado está calmo entre parlamentares pró e contra o impeachment de Dilma.

Bem diferente, pelo menos até agora, das sessões plenárias anteriores marcada por intensos tumultos, e ofensas trocadas entre os senadores.  

O segundo e último a ser questionado será será o professor de direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Ricardo Lodi Ribeiro, na condição de informante.

 

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