As trapalhadas dos ministros deixam o governo Michel Temer ainda mais vulnerável às críticas e à impopularidade. A penúltima foi a declaração de que a jornada de trabalho poderia ser de 12 horas, algo que a Confederação Nacional da Indústria sonha.
Não bastasse que reforma trabalhista é uma questão polêmica, o Ministério do Trabalho se encarrega em alimentar propostas incompreensíveis num mundo moderno. O ministro Ronaldo Nogueira corre atrás para tentar desfazer o que disse depois de um puxão de orelhas.
O falatório dos assessores de Temer ainda vai provocar muita dor de cabeça. Com um time desses, o trabalho da oposição fica muito mais fácil.
Além das mudanças na jornada de trabalho, a reforma trabalhista deve trazer duas novas modalidades de contratos: com remuneração por hora trabalhada e por produtividade.












