Moraes se esquiva sobre liberação de jogos de azar

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O postulante a um acento no Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi questionado sobre a liberação do jogo de azar. Não se estendeu muito e respondeu que o Congresso Nacional é quem deve decidir se o jogo de azar deverá ser legalizado ou não. Ele é inquerido em sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado nesta terça-feira (21).

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Moraes lembrou que a Constituição não proibe e nem libera os jogos de azar. Ele entende que, caso a modalidade de jogo seja aprovado pelo Congresso Nacional, deverá fomentar o turismo interno e externo.  

O senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), foi quem questionou Moraes se é favorável ou não à liberação do jogo. Segundo Valadares, a liberação contribuiria para aumentar o número de empregos. O senador costuma citar que a estimativa, com a liberação de todas as modalidades da atividade, como jogo do bicho, bingo, cassino e apostas esportivas, entre outras, é de que irá elevar entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões a arrecadação do governo brasileiro, como resultadado dos tributos.

Também foi lembrado que haveria a possibilidade de lavagem de dinheiro, um dos pontos negativos, caso os jogos sejam liberados. Mesmo sem cassinos e demais modalidades em funcionamento, atualemente, existe lavagem de dinheiro no País, argumentou o senador. Até às 18h45, restavam oito senadores inscritos para sabatinar Moraes.

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