O governo montou uma força-tarefa para viabilizar a aprovação da reforma previdenciária até meados deste ano. O objetivo no Palácio do Planalto é evitar problemas na base, em função do vácuo provocado pela ausência do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB).
O próprio presidente Michel Temer e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, estão na linha de frente do grupo que pretende assegurar a aprovação da reforma, em meio ao pânico generalizado no Congresso pelos desdobramentos da Lava-Jato, segundo reportagem da Folha de São Paulo.
E, segundo o jornal O Estado de São Paulo, o presidente Michel Temer decidiu encampar a proposta da equipe econômica e implementar uma reforma tributária em etapas por meio de duas medidas provisórias e uma resolução do Senado.
A ideia é começar alterando as regras da contribuição para o PIS neste mês e mudar a legislação da Cofins até junho, por meio de medidas provisórias enviadas ao Congresso. Com a medida provisória, a intenção é acelerar a entrada em vigor das regras.























