A força-tarefa da Operação Lava Jato pediu nesta quinta-feira abertura de ação de improbidade administrativa contra o Partido Progressista (PP), além de dez políticos e um assessor ligado à legenda, informou o Ministério Público Federal (MPF).
A ação pede o pagamento de R$ 2,3 bilhões e a perda de cargos e direitos políticos de ex e atuais deputados federais do PP e de um assessor também ligado à sigla por conta do suposto envolvimento do grupo em dois esquemas de desvio de recursos da Petrobras. Os procuradores darão mais detalhes da ação em coletiva nesta tarde.
A ação cita atos de improbidade administrativa dos ex-deputados Mário Negromonte (BA), Pedro Henry (MT) e João Pizzolatti (SC) e os deputados federais Otávio Germano (RS), Arthur Lira (AL), Roberto Brito (BA), Luiz Fernando Faria (MG) e Nelson Meurer (RS) e o ex-assessor João Carlos Genu do falecido deputado José Janene (PR).
PARTICIPAÇÃO DO LEITOR
Participe desta discussão
Compartilhe sua opinião sobre este assunto. As participações passam por análise editorial antes de qualquer utilização no site.























