Nenhuma outra questão parece ocupar mais a política de Washington, na véspera da cúpula do G20, do que o primeiro encontro entre Donald Trump e presidente russo, Vladimir Putin. Quão bem preparado está o líder americano? Ele fará concessões aos russos?
Mas inicialmente a crise da Coreia do Norte pode jogar sombra sobre o encontro das 20 principais economias mundiais. Após o primeiro teste de um míssil intercontinental por Pyongyang, a comunidade internacional se vê diante da difícil tarefa de frear o líder Kim Jong-un.
“O presidente Trump espera dos demais participantes do G20 solidariedade e uma condenação decidida da mais recente ação agressão da Coreia do Norte”, diz Nile Gardiner, da conservadora Heritage Foundation, segundo a Deutsche Welle. Em sua opinião, Washington continuará pressionando Pequim, mais do que antes, para que coloque os norte-coreanos nos eixos.
Também o Irã e a Síria ocupam o topo da agenda de Trump em Hamburgo. Em relação à Síria, a principal intenção do político americano é fortalecer a coalizão internacional no combate à milícia terrorista do “Estado Islâmico” (EI).
















