Governandos nos cargos que buscam a reeleição utilizam artifícios da administração pública para benefícios nas eleições
Por Genésio Araújo Júnior – DF
No mundo do poder, se diz que só quem não muda de opinião é quem renunciou o direito de pensar. Entre sábado, 25 de julho, convenção do PL que oficializou Flávio Bolsonaro, e domingo, 2 de agosto, convenção do PT que oficializa Lula da Silva, candidato a mais um mandato presidencial.
Olha só o que lança o governo federal.
Prorroga o desenrola 2.0, que já negociou R$ 22 bilhões de dívidas dos brasileiros.
Dario Durigam, da Fazenda, diz que ainda falta negociar mais R$ 4 bilhões de superendividados. O conselho do FGTS decide liberar R$ 13 bilhões de seu lucro, beneficiando cerca de 138,2 milhões de pessoas.
Para completar, o governo federal anunciou um plano de R$ 1,3 bilhão para enfrentar os efeitos do El Nino.
Sabe um cheque especial para a turma do agro, que ninguém vai pagar juros?
Em 1997, quando foi aprovada a emenda constitucional 16 da reeleição, eu tinha certeza que a gente estava no caminho certo. Independente de se gostar de fulano, beltrano ou cicrano, temos que mudar isso.
Nossa democracia tem que acabar com a reeleição.



















