O governo cortará em quase 30% os recursos que ainda restavam ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) neste ano, a fim de tentar cumprir a meta fiscal e atender ministérios com demandas emergenciais diante da crônica falta de receitas em meio à fraca atividade econômica.
O programa sofrerá tesourada adicional de R$ 7,487 bilhões, passando a ficar com apenas R$ 19,686 bilhões previstos no ano.
Do congelamento adicional de R$ 5,952 bilhões nas despesas que o governo anunciou na semana passada, R$ 5,236 bilhões virão do PAC. Mas diante da situação de penúria pela qual passam alguns serviços públicos, o governo também tirará do PAC outros R$ 2,251 bilhões para “demandas emergenciais de outros ministérios”.
PARTICIPAÇÃO DO LEITOR
Participe desta discussão
Compartilhe sua opinião sobre este assunto. As participações passam por análise editorial antes de qualquer utilização no site.























