A Polícia Civil do Distrito Federal já cumpriu 17 dos 18 mandados de prisão temporárias expedidos por conta da Operação Monopólio, deflagrada na manhã de hoje (26) com o objetivo de combater fraudes em licitações feitas por administrações regionais do DF para a construção de quadras poliesportivas, meios-fios e parques. Os 17 presos já estão na carceragem da Polícia Civil.
Os suspeitos são dois servidores da administração do Gama e um de Águas Claras, além de laranjas e dos chefes do esquema: Márcio Hélio Guimarães e seu filho, Márcio Hélio Guimarães Júnior. Entre as empresas estão La Darte, Total Arquitetura, MG Construtora, TN Construtora, Multiwork, e Terra Engenharia.
De acordo com os investigadores, há suspeitas de que o esquema abrangia outras administrações regionais localizadas nas cidades satélites do DF, de acordo com a Agência Brasil.
Os empresários usaram firmas registradas em nome de laranjas para fraudar licitações feitas na modalidade convite, na qual no mínimo três empresas são convidadas a disputar obras ou serviços cujos valores não ultrapassem R$ 150 mil.
“Na garagem da casa de alto luxo foram apreendidos quatro veículos que, por baixo, valiam R$ 1 milhão”, disse o delegado Costa. Segundo ele, foram também apreendidos “vastos arquivos documentais e mídias eletrônicas que servirão de objeto de análise”, diz o delegado Wenderson Telles.
























