Gim Argelo é réu em mais uma acusação por corrupção

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O ex-senador Gim Argelo é novamente réu, desta vez num processo por corrupção passiva e lavagem de dinheiro num caso de recebimento de propina da Galvão Engenharia. O político do Distrito federal que está preso no Paraná é acusado de receber dinheiro para amenizar investigações contra a empresa na CPMI da Petrobras em 2016 e da CPI da Câmara em 2014

A denúncia apresentada em julho pela força-tarefa da Operação Lava Jato foi recebida pelo juiz da 13ª. Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro. O valor recebido seria de R$ 5 milhões e parte teria sido distribuída para três partidos que apoiaram a sua tentativa de reeleição. Na denúncia constam o PEN (hoje Patriota), PTdoB (agora chamado de Avante) e o PSL.

Gim Argello já foi denunciado e condenado pelo pagamento de propina envolvendo as empreiteiras UTC Engenharia, OAS, Toyo Setal, Camargo Corrêa e Engevix. Nesta ação, o político foi condenado a 19 anos de prisão na primeira instância; e o Tribunal Regional Federal da 4ª Região reduziu a pena para 11 anos e 8 meses.

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