Empresas se defendem na polêmica sobre WhatsApp nas eleições

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A assessoria jurídica do PT entrou com ação de investigação eleitoral judicial junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Jair Bolsonaro (PSL) por abuso de poder econômico e uso indevido dos veículos e meios de comunicação digital. O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, classficou de “palhaçada” a acusação de que a campanha do ex-capitão recebeu financiamento ilegal para disseminar notícias falsas no WhatsApp.

O dono da rede de lojas Havan, Luciano Hang, disse que processará a Folha pela reportagem em que diz que empresas pagaram escritórios para efetuar a propagação em massa de mensagens pela internet com conteúdo contrário ao PT. Os contratos chegariam a R$ 12 milhões.

Contratada por Bolsonaro por R$ 115 mil para a “criação de site de campanha e mídias digitais”, a AM4 diz não ter participação no movimento de disparos em massa de mensagens pelo WhatsApp contra o PT. A AM4 participa de licitações com o poder público por meio da Ingresso Total, cujo CNPJ está em nome de Magda Célia Carvalho, irmã de Marcos e Magno, que foi candidato do PSL à Assembleia do Rio de Janeiro. Perdeu as eleições.

Os donos da Crocs Service, uma das empresas que vendem disseminação de mensagens em massa pelo WhatsApp, usam suas redes pessoais para fazer propaganda da dobradinha Bolsonaro e Romeu Zema (Novo), candidato ao governo de Minas. Já oito senadores, entre eles Renan Calheiros (MDB-AL), foram ao ministro da Segurança, Raul Jungmann, pedir que a PF ajude a esclarecer o caso WhatsApp, segundo nota do Painel.

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