O senador Antonio Reguffe (Sem partido-DF) anunciou no final da manhã de hoje que também é candidato à presidência do Senado Federal. A candidatura avulsa servirá mais para questionar temas que estão longe do debate da sucessão de Eunício Oliveira (MDB-CE), que não foi reeleito nas eleições de outubro.
Como mesmo admite Reguffe, a eleição para a presidência do Senado não pode ser discutida como se fosse para um clube. Nesta segunda-feira, alguns candidatos que pleiteiam o cargo devem se reunir para criar uma frente contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL). O alagoano é o candidato mais forte, mas enfrenta a candidatura de Simone Tebet (MS) dentro do partido, situação que pode ser resolvida amanhã (29).
Assista o vídeo de Reguffe na seção vídeo, ao lado
O representante do Distrito Federal observa que temas centrais da Câmara Alta não estão sendo colocadas, e uma delas é o custo do Legislativo para o contribuinte. Num vídeo gravado para o Facebook, Reguffe apresenta questões indigestas para a maioria dos senadores.
Entre elas estão fim dos salários extras dos senadores, fim da verba indenizatória, fim do plano vitalício, fim da aposentadoria especial, fim dos carros oficiais, redução do número de assessores de 55 para 12 e redução da verba de pagamentos para assessores para a metade.
Reguffe lembra que em caráter irrevogável, assim que assumiu, abriu mão da aposentadoria. Nas suas contas, a economia dos cortes que já fez e que está propondo aos demais colegas, vai representar em média R$ 1,3 bilhão por ano. “Eu consigo ter um mandato digno com economias que no meu gabinete é de R$ 16,7 milhões no mandato”, afirmou
Se lançaram candidatos à presidência os seguintes senadores já no mandato e eleitos: Major Olímpio (PSL-SP), Simone Tebet (MDB-MS), Renan Calheiros (MDB-AL), Álvaro Dias (Podemos-PR), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Cid Gomes (PDT), Ângelo Coronel (PSD-BA) e Esperidião Amin (PP-SC).




















