O governo federal pôs na rua seu principal projeto, a reforma da Previdência, mas ainda não consegue contar quantos votos teria a favor da proposta e nem mesmo qual seria exatamente o tamanho de sua base parlamentar, em um movimento —ou falta de— que vem deixando assustados líderes experientes.
No Palácio do Planalto, perguntas insistentes sobre o tamanho da base do governo são respondidas com silêncio. Se em tese o governo teve a adesão do PR e a simpatia de outros partidos do chamado centrão ainda durante a transição, na prática, hoje a base é formada apenas pelo PSL, o partido do presidente.
“O governo vai ter que construir a base, hoje ela não existe. O único partido com declaração de base de apoio de governo é o PSL. Não existe nenhum outro que tenha base declarada, mesmo com ministros no governo”, disse o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, na semana passada, ao chegar para um café da manhã com o presidente Jair Bolsonaro.













