Seis nomes no páreo para assumir a chefia da PGR

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Um sexto nome passou a ser lembrado a partir desta manhã para ocupar o cobiçado cargo de procurador-geral da República, que atualmente é ocupado pela procuradora Raquel Dodge. Ela deixa o cargo em setembro, mas quem indica é o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL).

O nome terá que passar por uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça e depois aprovado pelo plenário do Senado Federal.

Além da própria Raquel lembrada para continuar no cargo, estão os três nomes indicados pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Eles foram escolhidos em eleição nacional. São eles: os subprocuradores Mário Bonsaglia e Luiza Frischeisen, e o procurador regional Blal Dalloul.

Outro nome citado pela imprensa para a PGR, é o subprocurador-geral da República, Augusto Aras. Ele já esteve três vezes com o presidente. Embora não integre a lista tríplice, seu nome estaria bem cotado.

O sexto nome tem a chancela da deputada federal Kia Kicis (PSL-DF), que hoje pela manhã teve uma audiência com Bolsonaro no Palácio do Planalto. Junto com a parlamentar, estava o subprocurador-geral da República Paulo Gonet, que já foi sócio do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Segundo o informe do Estadão, ele é católico e conservador.

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