Dois parlamentares da bancada federal do Distrito Federal pediram que o Parlamento “corte na carne” e reduza seus gastos. O exemplo seria bem-vindo diante da crise econômica e financeira sem precedentes. O articulista do Misto Brasília, jornalista econômico Vivaldo de Souza, afirma em ser artigo de hoje que se o desemprego já estava elevado, com quase 12 milhões de pessoas, a situação tende a piorar nos próximos meses.
Na semana passada, a deputada Flávia Arruda (PL-DF) disse que apresentou projeto que corta 50% das verbas de gabinete. “O momento exige esforço de todos”, afirmou a deputada. Num relatório apresentado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), informou-se que as despesas foram reduzidas em R$ 150 milhões. O corte de gastos inclui despesas de passagens, horas-extras noturnas, contratação de novos serviços e compra de equipamentos.
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Nesta segunda-feira (13), o senador Antonio Reguffe (Podemos-DF), voltou a afirmar que o Congresso Nacional tem que cortar privilégios e mordomias e dar exemplo. “A verba indenizatória, por exemplo, já era um absurdo antes, agora é o absurdo do absurdo. Vai indenizar o que se estão todos em quarentena?” pergunta.


