Academias querem reduzir a carga fiscal no Distrito Federal

Academia ginástica Misto Brasília
Academias tiveram que restringir as atividades e a crise bateu forte no setor/Arquivo/Divulgação/Gymbox
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A presidente do Sindicato das Academias do Distrito Federal, Thais Yeleni, disse que neste ano a entidade vai buscar melhorias fiscais e trabalhistas para o setor. Thais informou hoje (03) que pretende se reunir com representantes das secretarias de Desenvolvimento Econômico e de Esportes para discutir alternativas para que o setor tenha uma maior folga nas suas contas.

A situação ficou bem mais difícil com as medidas restritivas por conta da pandemia da Covid-19 que persiste por quase um ano. Na segunda-feira ficou combinado com o Tribunal Regional do Trabalho que será encaminhada uma nova proposta de parcelamento do 13º salário dos trabalhadores, suspensão de contratos e redução de jornada de trabalho. As dificuldades trabalhistas ajudaram a fechar 100 academias e cerca de 8 mil trabalhadores foram demitidos, segundo o Sindac-DF.

“Por mais que 2020 tenha sido um ano desafiador, acredito que ele trará frutos e que as academias terão um crescimento significativo neste ano e nos outros que virão”, acredita Thais. “Temos a expectativa de ser linha de frente no combate da covid-19  e de tantas outras doenças que matam no país”.

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