Operação do Ministério Público do Distrito Federal cumpre neste momento 22 mandados de busca e apreensão no Paraná, São Paulo, Maranhão e Distrito Federal. O objetivo é recolher provas de um esquema de contratos fraudulentos executados entre 2013 e 2016 nas gestões dos ex-governadores Agnelo Queiroz (PT) e Rodrigo Rollemberg (PSB). Atualizado às 08h36
Entre os alvos dessa operação estão os ex-secretários da Saúde Rafael Barbosa, Elias Miziara, José de Moraes Falcão, além de Daniel Veras, Silene Marques Furtado, Francisco Chagas da Silva, Suellen Silva de Amorim, Túlio Roriz Fernandes, Hérica Ferreira dos Santos, Guilherme Francisco Guimarães e empresários Nabil Dahdah, Ricardo Castellar e João Paulo Teo que controlam empresas que prestam serviços na área de lavanderia para a Secretaria da Saúde do Distrito Federal. A Justiça ainda determinou no âmbito da operação “Dinheiro Sujo”o bloqueio de R$ 54 milhões de envolvidos.
As equipes do Gaeco do MP estão desde a manhã em alguns endereços do DF, incluindo o Lago Sul. As primeiras informações dão conta que os contratos regulares ficaram parados nos escaninhos da administração distrital para que contratos emergenciais fossem executados. Nestes contratos haveria superfaturamento e os serviços prestados seriam de baixa qualidade.
A Secretaria da Saúde emitiu há pouco uma nota em que afirma que está colaborando com as investigações, situação simular a outras operações policiais que são executadas no âmbito da saúde pública.
As irregularidades teriam ocorrido no Hospital Regional de Santa Maria, Hospital Regional do Gama, Hospital Regional de Sobradinho e Hospital de Base do Distrito Federal.














