Sindicato reclama da situação do Creas em São Sebastião

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Vista geral da cidade de São Sebastião, no Distrito Federal/Arquivo/Divulgação
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Assistentes sociais atendem em local limitado e o Cecon na cidade está sem energia elétrica

A sala de atendimento do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas), de São Sebastião, é muito pequena e não dá segurança para os funcionários do local. A denúncia é do Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural do GDF (Sindsasc).

De acordo com a entidade, o funcionamento do Creas numa sala de 30m2 prejudica a população assistida pela assistência social e os servidores que trabalham na unidade. A estimativa é de que há cerca de 500 pessoas na chamada demanda reprimida. São Sebastião possui cerca de 91 mil habitantes.



Como  a unidade atende também a pessoas em situação de rua que, muitas vezes, chegam ao local sem máscara, existe o risco constante de contaminação por coronavírus. Outro fator que agrava a situação é a falta de ventilação.

O Sindsasc também reclama que o Centro de Convivência (Cecon), também em São Sebastião, está sem energia elétrica desde o dia 20 de janeiro. A unidade atende adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade e risco social com serviço de educação social.


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