E mesmo sem reajuste pela Petrobras, o preço médio do litro da gasolina fechou abril em alta de 2,35%
Quase 50 dias após o reajuste anunciado pela Petrobras para gasolina, diesel e GLP, consumidores vão precisar preparar o bolso para novos aumentos a partir de domingo (01). O reajuste agora é para o gás natural, e vai fazer subir as contas do gás encanado residencial e também o valor do GNV nas bombas.
O reajuste foi de 19% no preço de venda do metro cúbico de gás natural para as distribuidoras de todo o país. No Rio, a Naturgy é responsável pela distribuição às residências e comércios que têm gás encanado e às indústrias, além dos postos de GNV. O preço do gás de cozinha não é afetado pelo reajuste.
Mesmo sem reajuste pela Petrobras, desde o dia 11 de março, o preço médio do litro da gasolina nos postos de abastecimento fechou abril em alta de 2,35% contra o mês anterior, com preço médio de R$ 7,495, segundo dados do Índice de Preços Ticket Log (IPTL).
O etanol, concorrente do combustível fóssil, avançou 4,37% se comparado a março, com o litro comercializado em média a R$ 5,936.

















