Países mais industrializados do mundo anunciaram esta posição após uma reunião
O G7, grupo dos sete países mais industrializados do mundo, afirmou neste sábado (14) que jamais reconhecerá as fronteiras que a Rússia pretende impor à força com a guerra na Ucrânia e prometeu ampliar as sanções contra Moscou visando setores vitais da economia russa.
“Não reconheceremos nunca as fronteiras que a Rússia está a tentando mudar por meio da agressão militar e mantermos nosso compromisso no apoio à soberania e integridade territorial da Ucrânia”, afirmaram os ministros do Exterior do G7 numa declaração divulgada após o fim da reunião de três dias no norte da Alemanha.
Além da Alemanha, o Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido fazem parte do G7. A reunião contou ainda com a presença do chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Josep Borrell, e os ministros do Exterior da Ucrânia e da Moldávia.
Na declaração em conjunta, os ministros prometeram ampliar as sanções contra Moscou para incluir setores do qual o país é dependente, além de continuar fornecendo armas à Ucrânia. “Reafirmamos nossa determinação de aumentar ainda mais a pressão econômica e política sobre a Rússia”, destaca o texto.
Os chefes da diplomacia dos países do G7 se comprometeram em “acelerar os esforços” para “acabar com a dependência da energia russa”. O grupo instou ainda a China a não “minar” essas medidas e pede que o país asiático não apoie à Rússia no ataque à Ucrânia. Na declaração, eles reiteraram o apelo a Belarus para que “pare de facilitar a intervenção da Rússia e respeite os seus compromissos internacionais”.
Os ministros reiteraram também a exigência para que a Rússia “ponha fim à guerra que começou sem provocação (por parte da Ucrânia) e ao sofrimento trágico e a perda de vidas humanas que ela continua provocando”. Na declaração, condenaram ainda “as ameaças irresponsáveis de utilização de armas químicas, biológicas ou nucleares” feitas pelo presidente russo, Vladimir Putin, informou a DW.





















