Museu Nacional abre exposição sobre formas da democracia

Exposição Museu da República Misto Brasília
Exposição apresenta obra em óleo sobre tela no Museu da República/Joedson Alves/Agência Brasil
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Até 26 de fevereiro é possível ver 200 obras de 104 artistas, que buscam celebrar a democracia

Por Daniella Almeida – DF

A exposição Brasil futuro: as formas da democracia, no Museu Nacional da República (MuN), é um espaço para a reflexão sobre a política nacional e o regime em permanente construção.

Especialmente após os atentados às sedes dos Três Poderes da República, em 8 de janeiro, que nesta quarta-feira (8) completa um mês.



Até 26 de fevereiro é possível ver 200 obras de 104 artistas, que buscam celebrar a democracia, transformando o museu em espaço de diálogo. As visitas estão abertas entre 9 às 18h30, de terça-feira a domingo.

O público é convidado a refletir sobre a riqueza de gênero, étnica, regional e de linguagens presentes na cultura do Brasil.

A mostra planejada em 2022, no período de transição para o governo do presidente Lula da Silva, foi efetivamente criada para marcar a retomada do setor cultural no Brasil, com a recriação do Ministério da Cultura e traz aspectos de novos direitos sociais e da pluralidade do país.



Exposição Museu da República
Obra sobre drywall e monitores de TV do artista Thiago Martins de Melo/Joedson Alves/Agência Brasil

A diretora do Museu Nacional da República, Sara Seilert, conta que a importância da exposição ganhou novos contornos após os atos golpistas, atraindo um público maior e com mais repercussão:

“Estamos atentos e, ainda, em resistência. Porque não é como se a democracia estivesse garantida nesse país. A gente tem que estar o tempo todo em trabalho de luta por essa conquista”.

Sara revelou à Agência Brasil que o Museu Nacional só não foi depredado, naquele domingo, porque houve agilidade para fechar as portas, logo que perceberam a grande movimentação de extremistas a caminho da Esplanada dos Ministérios.



A designer Vitória Giácomo se disse impactada com o que viu. “Achei simbólico já começar o ano falando de tudo o que tem que falar, mexendo em tudo que precisa ser mexido e retomar todos esses temas que não estavam sendo falados”.

Para ela, os vândalos que invadiram e depredaram, no último dia 8, deveriam visitar a exposição e estudar sobre o que os artistas produzem e trazem para a discussão”.


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