A ex-primeira-dama do país veio das profundezas da sociedade humilde, fez e faz política, mas caiu em desgraçca dentro da própria família
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Os ultraconservadores atacam o feminismo. Já comentei aqui, em outro momento, pois as mulheres, desde a conquista do voto até a dignidade pelo trabalho, carregaram nas costas nos últimos 80 anos todas as minorias.
Sejam elas quais forem, a ultradireita detesta a luta das minorias em nome da tal meritocracia.
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Michelle Bolsonaro, nascida nas profundezas da sociedade humilde do Distrito Federal, avançou com os atributos excepcionais da beleza.
O conto de Cinderela, escrito por Charles Perrault, e imortalizado por Walt Disney, explica a ex-primeira-dama, que hoje é presidente do PL Mulher.
Ela tem sido criticada por fazer política e agora está sendo enquadrada pelos filhos de Jair Bolsonaro, que a vê como uma desagregadora nos arranjos nos estados que a ultradireita começa a montar.
Ela tem um cargo político, faz política aqui em Brasília. Em 2022, goste ou não, elegeu uma senadora. Ela aparece bem nas pesquisas nacionais.
É inaceitável que se queira enquadrá-la e se fale em colocá-la em seu lugar. Michelle Bolsonaro, uma crítica do feminismo, sofre a misoginia disseminada pela turma da qual vem.
Michelle Bolsonaro está sendo ferrada com o ferro que usou para ferir uma conquista das mulheres no século 20.
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