Ninguém terá moleza com o fim do recesso

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Detalhe do plenário do Senado Federal durante votação do projeto de desidometria/Carlos Moura/Agência Senado
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No Brasil, as CPIs na ordem do dia. No mundo, a ruptura como não contar mais com os Estados Unidos e não depender da China

Por Genésio Araújo Júnior- DF

Acabou o infindável janeiro, onde só se falava de Banco Master e o imperador Donald Trump. Os poderosos estão de volta à Brasília com a reabertura do ano do Legislativo e ano do Judiciário.

Ninguém vai ter vida fácil, o governo vai enfrentar, certamente, a derrubada do veto do PL da dosimetria, a continuidade da CPI do INSS, uma provável CPI do Master, uma talvez CPI da Secom e pautas desegurança pública aos mantes.

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A oposição também não terá moleza, a candidatura de Flávio Bolsonaro constrói uma casa de piso alto e teto baixo. Essa história de Bolsonaro equilibrado não cabe em caixa de presentes. As rachadinhas não se acabaram e a CPMI do INSS pode virar problema.

O Centrão tem a decepção taciso de freitas que não foi enterrada. A fórmula de tudo ter e não precisar pagar a conta não é a mesma. Essa história de Gilberto Kassab ter no PSD de dado três candidatos à presidência desequilibrou o jogo.

O Centrão nunca teve chefão, mas chefões. O mundo reflete sobre a ruptura como não contar mais com os Estados Unidos e não depender da China. Mas no Brasil, os poderosos só pensam em se salvar.

 

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