No Brasil, as CPIs na ordem do dia. No mundo, a ruptura como não contar mais com os Estados Unidos e não depender da China
Por Genésio Araújo Júnior- DF
Acabou o infindável janeiro, onde só se falava de Banco Master e o imperador Donald Trump. Os poderosos estão de volta à Brasília com a reabertura do ano do Legislativo e ano do Judiciário.
Ninguém vai ter vida fácil, o governo vai enfrentar, certamente, a derrubada do veto do PL da dosimetria, a continuidade da CPI do INSS, uma provável CPI do Master, uma talvez CPI da Secom e pautas desegurança pública aos mantes.
Ouça o comentário do articulista logo abaixo
Leia – abertura do ano do Judiciário terá Lula da Silva
Leia – um olhar sobre a ‘agenda positiva’ do Congresso
A oposição também não terá moleza, a candidatura de Flávio Bolsonaro constrói uma casa de piso alto e teto baixo. Essa história de Bolsonaro equilibrado não cabe em caixa de presentes. As rachadinhas não se acabaram e a CPMI do INSS pode virar problema.
O Centrão tem a decepção taciso de freitas que não foi enterrada. A fórmula de tudo ter e não precisar pagar a conta não é a mesma. Essa história de Gilberto Kassab ter no PSD de dado três candidatos à presidência desequilibrou o jogo.
O Centrão nunca teve chefão, mas chefões. O mundo reflete sobre a ruptura como não contar mais com os Estados Unidos e não depender da China. Mas no Brasil, os poderosos só pensam em se salvar.




















