Nesta manhã aconteceu uma assembleia geral extraordinária de forma virtual. O bamco estatal está em dificuldades financeiras
Por Misto Brasília – DF
Os acionistas aprovaram em assembleia geral extraordinária virtual, o aumento de capital do Banco Regional de Brasília (BRB) de até R$ 8,8 bilhões.
A proposta trata apenas de mudança no estatuto do banco para permitir o aumento de capital, que, segundo a proposta da AGE, deve ser feito mediante subscrição privada.
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Considerando o valor mínimo, o valor capital social da instituição subirá para R$ 2,88 bilhões, conforme a CNN. No caso da subscrição máxima, o capital saltará para R$ 11,161 bilhões.
A oferta de ações do BRB será feita por meio de subscrição privada. Isso significa que a compra dos ativos só pode ser efetivada por quem já integra a base de acionistas do banco.
A medida é necessária para reforçar o patrimônio e reequilibrar o balanço do banco controlado pelo governo do Distrito Federal, após os prejuízos decorrentes de operações com o Banco Master.
A reunião também foi importante para debater o rombo causado pelas negociações com o Master.
A Polícia Federal investiga suspeitas de fraudes em transações da ordem de R$ 12 bilhões. O atual presidente da instituição, Nelson de Souza, estima um prejuízo entre R$ 6 e R$ 8 bilhões.
A proposta aprovada prevê que o banco emita ações ordinárias e preferenciais. Cada ação será emitida por R$ 5,36 no mercado, para subscrição privada.
A expectativa dos dirigentes do BRB é que, com a emissão de ações, o capital social do banco passe dos atuais R$ 2,344 bilhões para, no mínimo, R$ 2,88 bilhões.
O máximo previsto chegaria a R$ 11,16 bilhões.
Ainda de acordo com o BRB, o aumento de capital visa a assegurar níveis adequados de capitalização do banco; ampliar a capacidade de crescimento das operações da companhia e reforçar sua estrutura de capital, fortalecendo seus indicadores prudenciais e patrimoniais.











